Capa do livro O Messias de Outro Sol de Felipe Tazzo com figura olhando para planetas no espaço

O Messias de Outro Sol | Felipe Tazzo lança conto de ficção sobre fé, espaço e futuro da humanidade

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O Messias de Outro Sol narra a história de um ex-líder religioso que deixa a igreja para explorar um novo planeta, onde encontra uma nova estrutura de sociedade e fé.

Um líder religioso que abandona a igreja após uma decepção, vira piloto de nave cargueira e descobre, em um planeta distante, uma sociedade que reinventa família, cidade e espiritualidade. Essa é a proposta do novo conto de ficção do escritor campineiro Felipe Tazzo, lançado exclusivamente na Amazon.

A trama entrelaça crise espiritual, comércio espacial e utopias sociais. Em meio a polarizações políticas e crises institucionais que marcam o momento atual do Brasil e do mundo, a obra “O Messias de Outro Sol” chega como um convite provocador para imaginar sociedades mais colaborativas.

“Este conto tem diversas propostas de pensar um futuro diferente. Desde a utopia da possibilidade de um comércio interplanetário até uma nova organização social. No planeta que o protagonista pousa, por exemplo, os casamentos são passageiros e todos os habitantes têm responsabilidade por todas as crianças”, explica Tazzo.

Ilustração com personagem diante de planetas representando exploração espacial e fé no conto O Messias de Outro Sol



Na história, a descoberta de uma nova religião obriga o personagem principal a repensar tudo o que sabe sobre fé. E isso o motiva a retornar para a Terra em busca de respostas para seus questionamentos.

Com referências às cidades-jardim e a modelos sociais colaborativos, a obra dialoga com tendências como o solar punk, ao imaginar estruturas comunitárias, educação aberta e templos como fóruns de participação cidadã.

O solar punk é uma corrente de ficção científica que imagina futuros sustentáveis, positivos e centrados na cooperação humana. Para os apreciadores de mundos especulativos e narrativas filosóficas, a nova publicação de Tazzo promete questionar a própria natureza do sagrado no espaço pós-humano.

Com 8,8 mil palavras (aproximadamente 40 páginas na configuração padrão do Kindle), a obra se enquadra como conto de ficção científica, gênero caracterizado pela narrativa curta e número reduzido de personagens com elementos que não fazem parte de uma realidade comum.

Sobre Felipe Tazzo

Nascido em Campinas e formado em publicidade, Felipe Tazzo é fotógrafo, escritor e pai da Clarice. Lançou sua primeira obra, “O livro das coisas que acontecem por aí”, em 2007, com 18 contos curtos escritos a partir de uma cuidadosa observação da vida boêmia de sua cidade natal.

Em 2010, estreou no gênero romance, com “Perdeu, Playboy”. Em 2018, lançou “Como Perder uma Alice”, e em 2022 a obra “Botão Vermelho”. No universo HQ, foi roteirista de diversos títulos, entre eles Cozinha Monstro, obra que mistura folclore, horror e culinária em um restaurante que serve refinadas versões de medos, paixões, criaturas mágicas e tudo o mais que mora em nossas fantasias.

Em 2025 foi indicado ao Troféu Ângelo Agostini por sua participação na obra “Terror em Nanquim 2“, na categoria “Melhor quadrinho independente”.

A obra está disponível no site da Amazon.


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